Casa de Portugal
R
Rui Miguel Delca Soares
gentle bass
intimate and close-mic’d
Warm fado-inspired ballad with nylon-string guitar
and soft brushes on a snare. Male vocals
with subtle room reverb. Verses stay delicate and narrative; chorus blooms with held notes and light vocal harmonies
plus a distant accordion pad adding nostalgia. Dynamic arc rises slightly into each chorus then falls back to a tender hush on the outro.
Criado em mar 24, 2026
Letras
[Verso 1]
Numa casa pequenina
Perto do fim da rua
Há café na velha china
E conversa à luz da lua
Uma toalha já manchada
Pelas festas de família
E a janela emoldurada
Pelo riso que cintila
[Refrão]
É uma casa portuguesa
Meu bem
Onde o abraço chega antes de alguém
Onde a sopa ferve enquanto se canta
E o coração é que manda
É uma casa portuguesa
Pois é
Entra quem vem triste
Sai com fé
Entre o cheiro a pão quente e gente assim
Fica tudo mais perto de mim
[Verso 2]
Na parede
Um terço gasto
Um retrato a preto e branco
Do avô de peito vasto
Que dançava meio franco
Sobre o fogão
Velha panela
Já conhece cada inverno
E a vizinha à janela
Faz da rua um colo eterno
[Refrão]
É uma casa portuguesa
Meu bem
Onde o abraço chega antes de alguém
Onde a sopa ferve enquanto se canta
E o coração é que manda
É uma casa portuguesa
Pois é
Entra quem vem triste
Sai com fé
Entre o cheiro a pão quente e gente assim
Fica tudo mais perto de mim
[Ponte]
Não há luxo nem grandeza
Só o lume a resistir
Mas há tempo à mesa posta
Pra ouvir quem quer cair
Se te falta chão lá fora
Vem bater neste portão
Nesta casa pequenina
Cabe sempre mais um coração (oh)
[Refrão]
É uma casa portuguesa
Meu bem
Onde o abraço chega antes de alguém
Onde a sopa ferve enquanto se canta
E o coração é que manda
É uma casa portuguesa
Pois é
Entra quem vem triste
Sai com fé
Entre o cheiro a pão quente e gente assim
Fica tudo mais perto de mim
Numa casa pequenina
Perto do fim da rua
Há café na velha china
E conversa à luz da lua
Uma toalha já manchada
Pelas festas de família
E a janela emoldurada
Pelo riso que cintila
[Refrão]
É uma casa portuguesa
Meu bem
Onde o abraço chega antes de alguém
Onde a sopa ferve enquanto se canta
E o coração é que manda
É uma casa portuguesa
Pois é
Entra quem vem triste
Sai com fé
Entre o cheiro a pão quente e gente assim
Fica tudo mais perto de mim
[Verso 2]
Na parede
Um terço gasto
Um retrato a preto e branco
Do avô de peito vasto
Que dançava meio franco
Sobre o fogão
Velha panela
Já conhece cada inverno
E a vizinha à janela
Faz da rua um colo eterno
[Refrão]
É uma casa portuguesa
Meu bem
Onde o abraço chega antes de alguém
Onde a sopa ferve enquanto se canta
E o coração é que manda
É uma casa portuguesa
Pois é
Entra quem vem triste
Sai com fé
Entre o cheiro a pão quente e gente assim
Fica tudo mais perto de mim
[Ponte]
Não há luxo nem grandeza
Só o lume a resistir
Mas há tempo à mesa posta
Pra ouvir quem quer cair
Se te falta chão lá fora
Vem bater neste portão
Nesta casa pequenina
Cabe sempre mais um coração (oh)
[Refrão]
É uma casa portuguesa
Meu bem
Onde o abraço chega antes de alguém
Onde a sopa ferve enquanto se canta
E o coração é que manda
É uma casa portuguesa
Pois é
Entra quem vem triste
Sai com fé
Entre o cheiro a pão quente e gente assim
Fica tudo mais perto de mim