Nina cover art

Created Dec 11, 2025

Lyrics

[Verso 1]

Sinto o ar tremer quando piso nesse chão partido,
Minhas marcas queimam vivo tudo aquilo que é mentido.
O céu desaba, o mundo dobra, o destino é corrompido,
Eu sorrio… e teu futuro já nasceu destruído.

A escuridão caminha comigo como se fosse velha amiga,
Cada sombra ao meu redor entoa o nome que te intriga.
Eu não fujo, não recuo, não temo tua investida,
Eu decido quem respira, quem cai, quem perde a vida.

Meu poder rasga o vento, dobra o espaço, corta o tempo,
Quando avanço, até os deuses perdem todo o fundamento.
Fenda após fenda, eu moldo dor, destruição e sentimento,
Eu transformo tua esperança em poeira num momento.

Minhas veias brilham vermelho — ritual já consumado,
A vontade que carrego tu jamais terá alcançado.
Se me encara, teu espírito já cai desordenado,
Eu sou Nina — maldição com corpo de pecado.

[Pré-Refrão]

E quando o chão racha sob a força que eu liberei,
Cada passo que eu dou decide quem vive e quem eu derrubei.
Não existe proteção, não importa com quem você veio,
Meu sorriso abre fendas — e te destrói por inteiro.

[Refrão]

Eu sou a sombra que reina no caos, a voz que ninguém cala,
A lâmina invisível que corta tua alma e não falha.
Minha presença é sentença, decreto que nunca se invalida,
Nina — a soberana das fendas, a ruína viva.

Eu sou o medo que respira no escuro, profundo e frio,
A risada que ecoa e quebra teu coração vazio.
Onde eu passo, a luz cai, o espírito se despede da vida,
Nina — maldição eterna, força proibida.

[Verso 2]

As paredes tremem quando libero minha verdadeira postura,
Minha aura sobe, saturando o ar com pura ruptura.
Eu falo baixo, mas meu poder age como tortura,
Se você insiste… me obriga a mostrar minha loucura.

Caminho entre mundos sem esforço, distorço fronteiras,
Cada riso meu apaga séculos, destrói eras inteiras.
Sou o desastre que floresce entre sombras verdadeiras,
A rainha que governa maldições sempre traiçoeiras.

Minhas mãos carregam terremotos presos dentro da carne,
Cada toque meu faz a realidade se rasgar e alarme.
E quando te olho… tua alma tenta fugir de você mesmo,
Mas já é tarde — te quebro sem piedade, sem atraso, sem peso.

Meus passos fazem o solo brilhar como se fosse ritual,
O universo clama meu nome, teme meu poder brutal.
Eu não sou vilã nem heroína — sou força primordial,
Sou Nina — destino inevitável, o ápice do mal.

[Refrão Final]

Eu sou a sombra que reina no caos, a voz que ninguém cala,
A lâmina invisível que corta tua alma e não falha.
Minha presença é sentença, decreto que nunca se invalida,
Nina — a soberana das fendas, a ruína viva.

Eu sou o medo que respira no escuro, profundo e frio,
A risada que ecoa e quebra teu coração vazio.
Onde eu passo, a luz cai, o espírito se despede da vida,
Nina — maldição eterna, força proibida.