Coturno de Ouro
D
Diego Mattos
male vocals
upright bass
doubled hook lines
and a glossy
Country-pop with a playful two-step swing
handclaps on the backbeat
bouncing acoustic guitar
and a bright fiddle hook; verse stays light and conversational
pre-chorus tightens with claps and a rising whistle
chorus opens with group shouts and a catchy chant. Male vocals with cheeky lead delivery
short delay throws on punchlines
little crowd ad-libs
punchy mix with dusty barn-room color and a few comic honky-tonk fills.
Создано апр 28, 2026
Тексты
[Verse 1]
No salão chega pisando,
coturno riscando o chão
Chaparral no meu bigode,
e um sorriso de peão
Quando ele pega o microfone,
todo mundo quer ouvir
Fala fino no começo,
depois faz a arena ferver
[Pre-Chorus]
Eu vi boi olhar pra cima
Vi chapéu pedir perdão
Se ele chama "êita, moçada"
Já treme até o balcão
[Chorus]
Coturno de ouro, que jeito danado
Narrador de rodeio, coração afinado
Garganta de ouro, meu bem, meu bem
Fala três palavras e derruba cem
Coturno de ouro, que voz de trovão
No meio da poeira, vira religião
Garganta de ouro, sem discussão
Faz o touro sorrir, faz rir o peão
[Verse 2]
Ele conta a queda do touro
Como se fosse novela
Se o laço dá nó torto,
ele amarra com a voz dela
Tem zueira na abertura,
tem respeito no final
Quando ele grita "segura, moçada"
Até o frango fica leal
[Pre-Chorus]
No chapéu cabe um milagre
Na bota cabe um refrão
E a arena vira meme
Na ponta da sua mão
[Chorus]
Coturno de ouro, que jeito danado
Narrador de rodeio, coração afinado
Garganta de ouro, meu bem, meu bem
Fala três palavras e derruba cem
Coturno de ouro, que voz de trovão
No meio da poeira, vira religião
Garganta de ouro, sem discussão
Faz o touro sorrir, faz rir o peão
[Bridge]
Se ele manda um "segura aí"
Já segura até o poste
Se ele canta "vai com Deus"
Até o sino faz norte
E quando abre aquele grito
Parece que o mundo vai cair
Mas termina dando risada
E ninguém quer ir embora daqui
[Chorus]
Coturno de ouro, que jeito danado
Narrador de rodeio, coração afinado
Garganta de ouro, meu bem, meu bem
Fala três palavras e derruba cem
Coturno de ouro, que voz de trovão
No meio da poeira, vira religião
Garganta de ouro, sem discussão
Faz o touro sorrir, faz rir o peão
No salão chega pisando,
coturno riscando o chão
Chaparral no meu bigode,
e um sorriso de peão
Quando ele pega o microfone,
todo mundo quer ouvir
Fala fino no começo,
depois faz a arena ferver
[Pre-Chorus]
Eu vi boi olhar pra cima
Vi chapéu pedir perdão
Se ele chama "êita, moçada"
Já treme até o balcão
[Chorus]
Coturno de ouro, que jeito danado
Narrador de rodeio, coração afinado
Garganta de ouro, meu bem, meu bem
Fala três palavras e derruba cem
Coturno de ouro, que voz de trovão
No meio da poeira, vira religião
Garganta de ouro, sem discussão
Faz o touro sorrir, faz rir o peão
[Verse 2]
Ele conta a queda do touro
Como se fosse novela
Se o laço dá nó torto,
ele amarra com a voz dela
Tem zueira na abertura,
tem respeito no final
Quando ele grita "segura, moçada"
Até o frango fica leal
[Pre-Chorus]
No chapéu cabe um milagre
Na bota cabe um refrão
E a arena vira meme
Na ponta da sua mão
[Chorus]
Coturno de ouro, que jeito danado
Narrador de rodeio, coração afinado
Garganta de ouro, meu bem, meu bem
Fala três palavras e derruba cem
Coturno de ouro, que voz de trovão
No meio da poeira, vira religião
Garganta de ouro, sem discussão
Faz o touro sorrir, faz rir o peão
[Bridge]
Se ele manda um "segura aí"
Já segura até o poste
Se ele canta "vai com Deus"
Até o sino faz norte
E quando abre aquele grito
Parece que o mundo vai cair
Mas termina dando risada
E ninguém quer ir embora daqui
[Chorus]
Coturno de ouro, que jeito danado
Narrador de rodeio, coração afinado
Garganta de ouro, meu bem, meu bem
Fala três palavras e derruba cem
Coturno de ouro, que voz de trovão
No meio da poeira, vira religião
Garganta de ouro, sem discussão
Faz o touro sorrir, faz rir o peão