Tombe diante do Trono
sophia Maktub
Cinematic dark choir + metal
male vocal singing (not rap)
intense melodic performance
dramatic and haunting
생성일: 11월 28, 2025
가사
Então você quer tomar meu trono e minha coroa reivindicar?
Ah… ha ha ha ha…
Homem, você me diverte mais que qualquer tolo da corte.
Quer sentar no meu lugar?
Acha que o trono é luxo?
Eu chamo de maldição — e maldição não divide, ela devora.
(VERSO 1)
Você fala de reis como se fossem feitos de luz,
Mas aqui só existe sombra, ferro, cruz.
Desde criança moldado pela humilhação,
Apanhando como se a dor fosse parte da educação.
Você nunca viu minha mãe cair no chão gelado,
Sangrando em silêncio, o espírito despedaçado.
Enquanto eu sorria à força, tentando não chorar,
Com a coroa prometida pronta pra me estrangular.
Ser rei não é sonho — é sentença assinada,
Medo no peito, alma acorrentada.
Eu queria terra, guerra, suor, verdade,
Mas tudo que tenho é ouro rachado e falsidade.
E vocês acham que quem senta aqui governa…
Pobres tolos — o poder dança atrás das cortinas, com mãos imundas
(REFRÃO agressivo + rimado)
Então venha!
Vem tomar essa coroa que te chama, que implora!
Rompe esse trono que range, que chora!
Mas lembre: ela tem vida própria, ela devora,
E quando ela tocar sua cabeça…
A sua também vai rolar, hora após hora.
(VERSO 2)
Fala de glória, pureza, devoção,
Mas aqui cada escolha arranca pedaços do meu coração.
Príncipes como você tremem na poeira,
Enquanto eu carrego cicatrizes da fronteira inteira.
Meu peito é guerra que nunca termina,
Chamam-me rei, mas sou só mais uma vítima.
Queria sangue verdadeiro, batalha, irmandade,
Mas a coroa grita mais alto que qualquer vontade.
Ela pesa, sufoca, corrói, enlouquece,
Quem usa apodrece, obedece, esmorece.
E mesmo tentando fugir dessa escravidão,
O destino acorrenta meus passos ao trono da perdição.
Enquanto o povo chora de fome, eu me calo,
Provo banquetes com veneno escondido em cada talo.
Minha linhagem diz reis… mas nossos contos,
Na verdade, são epitáfios de mortos prontos.
(REFRÃO 2 mais brutal)
Então venha!
Arranca essa coroa da minha cabeça antes que me consuma!
Rompe esse trono que te chama com promessa nenhuma!
Cuidado… ela bebe sangue, ela ceifa, ela fuma
A alma de quem pensa que manda —
E quando provar o seu…
Sua cabeça vai rolar na mesma espuma.
(VERSO 3 – mais cruel e melancólico)
Se acha que merece, venha reivindicar,
Eu já carreguei demais pra continuar.
Essa coroa não brilha — ela morde quem ousa tocar,
Promete o mundo… e mata sem hesitar.
Sou rei por obrigação, não por querer,
Prisioneiro de um legado que só sabe corromper.
E se você acha que o mundo deve te aclamar,
Venha provar o gosto amargo de governar.
Nada aqui é honra, nada é paz,
Só guerra que nasce e nunca se desfaz.
Se quer esse trono que a todos destrói,
Venha rápido… antes que ele acabe comigo, depois com nós dois.
Assisto em silêncio meus lordes se afogando em vinho,
Porcos gordos cobertos de luxo e destino.
Só querem me usar como bainha do poder,
Enquanto afiam facas esperando eu morrer.
(FINAL Sombrio e definitivo)
**Então venha!
Pega a coroa, quebra o trono, enfrenta a maldição!
Se acha que suporta
Ah… ha ha ha ha…
Homem, você me diverte mais que qualquer tolo da corte.
Quer sentar no meu lugar?
Acha que o trono é luxo?
Eu chamo de maldição — e maldição não divide, ela devora.
(VERSO 1)
Você fala de reis como se fossem feitos de luz,
Mas aqui só existe sombra, ferro, cruz.
Desde criança moldado pela humilhação,
Apanhando como se a dor fosse parte da educação.
Você nunca viu minha mãe cair no chão gelado,
Sangrando em silêncio, o espírito despedaçado.
Enquanto eu sorria à força, tentando não chorar,
Com a coroa prometida pronta pra me estrangular.
Ser rei não é sonho — é sentença assinada,
Medo no peito, alma acorrentada.
Eu queria terra, guerra, suor, verdade,
Mas tudo que tenho é ouro rachado e falsidade.
E vocês acham que quem senta aqui governa…
Pobres tolos — o poder dança atrás das cortinas, com mãos imundas
(REFRÃO agressivo + rimado)
Então venha!
Vem tomar essa coroa que te chama, que implora!
Rompe esse trono que range, que chora!
Mas lembre: ela tem vida própria, ela devora,
E quando ela tocar sua cabeça…
A sua também vai rolar, hora após hora.
(VERSO 2)
Fala de glória, pureza, devoção,
Mas aqui cada escolha arranca pedaços do meu coração.
Príncipes como você tremem na poeira,
Enquanto eu carrego cicatrizes da fronteira inteira.
Meu peito é guerra que nunca termina,
Chamam-me rei, mas sou só mais uma vítima.
Queria sangue verdadeiro, batalha, irmandade,
Mas a coroa grita mais alto que qualquer vontade.
Ela pesa, sufoca, corrói, enlouquece,
Quem usa apodrece, obedece, esmorece.
E mesmo tentando fugir dessa escravidão,
O destino acorrenta meus passos ao trono da perdição.
Enquanto o povo chora de fome, eu me calo,
Provo banquetes com veneno escondido em cada talo.
Minha linhagem diz reis… mas nossos contos,
Na verdade, são epitáfios de mortos prontos.
(REFRÃO 2 mais brutal)
Então venha!
Arranca essa coroa da minha cabeça antes que me consuma!
Rompe esse trono que te chama com promessa nenhuma!
Cuidado… ela bebe sangue, ela ceifa, ela fuma
A alma de quem pensa que manda —
E quando provar o seu…
Sua cabeça vai rolar na mesma espuma.
(VERSO 3 – mais cruel e melancólico)
Se acha que merece, venha reivindicar,
Eu já carreguei demais pra continuar.
Essa coroa não brilha — ela morde quem ousa tocar,
Promete o mundo… e mata sem hesitar.
Sou rei por obrigação, não por querer,
Prisioneiro de um legado que só sabe corromper.
E se você acha que o mundo deve te aclamar,
Venha provar o gosto amargo de governar.
Nada aqui é honra, nada é paz,
Só guerra que nasce e nunca se desfaz.
Se quer esse trono que a todos destrói,
Venha rápido… antes que ele acabe comigo, depois com nós dois.
Assisto em silêncio meus lordes se afogando em vinho,
Porcos gordos cobertos de luxo e destino.
Só querem me usar como bainha do poder,
Enquanto afiam facas esperando eu morrer.
(FINAL Sombrio e definitivo)
**Então venha!
Pega a coroa, quebra o trono, enfrenta a maldição!
Se acha que suporta