가사
[Intro]
Eu desperto no caos, cortando o destino,
O mundo treme quando o nome ecoa: Nina.
Cicatrizes brilhando como runas antigas,
Se eu sorrir… alguém não sai vivo da briga.
---
[Verso 1 — Nina]
Sangue na lua, ritual que nunca falha,
Meu poder renasce quando a escuridão trabalha.
Quatro olhos abrindo e o chão já estala,
Eu sou a ruína viva que o próprio medo embala.
Pisando nas trevas com passos de soberania,
Minhas ordens? Maldições escritas na alma fria.
Toque proibido que desmancha tua energia,
Vivo sorrindo enquanto a realidade se partia.
Entre fendas e sombras, meu domínio é profundo,
Eu rio enquanto deformo o teu pequeno mundo.
Se tentar fugir, já era, eu chego num segundo,
Minha presença é a sentença do teu fim rotundo.
---
[Pré-Refrão]
Não corre, não reza, não tenta apelar,
Quando eu tô sorrindo… é melhor começar a se despedir.
Eu não luto — eu decido quem pode respirar.
Nina no topo — e ninguém capaz de impedir.
---
[Refrão]
Eu sou a praga que caminha entre mundos,
A ira que rasga céus imundos.
Sorriso cruel, destino profundo…
Nina — terror que reina em segundos.
Eu sou a risada que quebra tua mente,
O toque que marca e nunca é inocente.
Fendas abrindo num corte crescente…
Nina — maldição viva, eternamente.
---
[Verso 2 — Nina]
Eu quebro vontades como quem quebra ossos,
Me alimento dos teus últimos esforços.
Gigante no caos, passos colossais,
Se eu for séria? Acabou, você cai.
Meu chakra — minha essência — pura ruína,
O abismo enxerga, e quem encara… declina.
Me chamam de rainha, demônia, assassina,
Mas é simples: eu tomo tudo o que eu destino elimina.
A aura sobe, saturando o ar quente,
Eu avanço — impossível acompanhar a frente.
Cada golpe meu é uma sentença permanente,
Já falei: eu decido quem continua existente.
---
[Refrão Final]
Eu sou a praga que caminha entre mundos,
A ira que rasga céus imundos.
Sorriso cruel, destino profundo…
Nina — terror que reina em segundos.
Eu sou a risada que quebra tua mente,
O toque que marca e nunca é inocente.
Fendas abrindo num corte crescente…
Nina — maldição viva, eternamente.
Eu desperto no caos, cortando o destino,
O mundo treme quando o nome ecoa: Nina.
Cicatrizes brilhando como runas antigas,
Se eu sorrir… alguém não sai vivo da briga.
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[Verso 1 — Nina]
Sangue na lua, ritual que nunca falha,
Meu poder renasce quando a escuridão trabalha.
Quatro olhos abrindo e o chão já estala,
Eu sou a ruína viva que o próprio medo embala.
Pisando nas trevas com passos de soberania,
Minhas ordens? Maldições escritas na alma fria.
Toque proibido que desmancha tua energia,
Vivo sorrindo enquanto a realidade se partia.
Entre fendas e sombras, meu domínio é profundo,
Eu rio enquanto deformo o teu pequeno mundo.
Se tentar fugir, já era, eu chego num segundo,
Minha presença é a sentença do teu fim rotundo.
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[Pré-Refrão]
Não corre, não reza, não tenta apelar,
Quando eu tô sorrindo… é melhor começar a se despedir.
Eu não luto — eu decido quem pode respirar.
Nina no topo — e ninguém capaz de impedir.
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[Refrão]
Eu sou a praga que caminha entre mundos,
A ira que rasga céus imundos.
Sorriso cruel, destino profundo…
Nina — terror que reina em segundos.
Eu sou a risada que quebra tua mente,
O toque que marca e nunca é inocente.
Fendas abrindo num corte crescente…
Nina — maldição viva, eternamente.
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[Verso 2 — Nina]
Eu quebro vontades como quem quebra ossos,
Me alimento dos teus últimos esforços.
Gigante no caos, passos colossais,
Se eu for séria? Acabou, você cai.
Meu chakra — minha essência — pura ruína,
O abismo enxerga, e quem encara… declina.
Me chamam de rainha, demônia, assassina,
Mas é simples: eu tomo tudo o que eu destino elimina.
A aura sobe, saturando o ar quente,
Eu avanço — impossível acompanhar a frente.
Cada golpe meu é uma sentença permanente,
Já falei: eu decido quem continua existente.
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[Refrão Final]
Eu sou a praga que caminha entre mundos,
A ira que rasga céus imundos.
Sorriso cruel, destino profundo…
Nina — terror que reina em segundos.
Eu sou a risada que quebra tua mente,
O toque que marca e nunca é inocente.
Fendas abrindo num corte crescente…
Nina — maldição viva, eternamente.