O Dia em que Lídio Mordeu o Fucinho da Vaca
I
Ivan Lima Fonseca
fast
Forró
triangle
rustic forró arrasta-pé with zabumba
and sanfona driving a relentless groove; male vocals
storytelling style
playful call-and-response in the chorus
occasional crowd shouts. Verses stay tight and rhythmic; chorus explodes with party energy
perfect for a packed dance floor in a countryside festa.
생성일: 2월 19, 2026
가사
[Intro]
Ei sanfoneiro
Puxa o fole aí
Homem!
(ô trem bom!)
Que hoje eu vou contar
O dia maluco
Que até a vaca quis dançar
[Verse 1]
Era festa no curral da fazendinha
Forró rolando até de manhãzinha
Lídio ajeitando o chapéu de palha
Dizendo "eu domo qualquer bicho que falha"
Vaca braba olhando de lado
Rabo nervoso
Olho arregalado
O povo grita "larga de besteira"
Mas Lídio foi chegando de primeira
[Chorus]
Foi o dia em que Lídio mordeu o fucinho da vaca
Pra não levar chifrada
Quase virou farinhada (ê lasqueira!)
Diz que era domador
Valente na garganta
Mas quando a coisa aperta
Meu amigo
A coragem espanta
Foi o dia em que Lídio mordeu o fucinho da vaca
O povo tudo rindo
Caiu na gargalhada (ei, Lídio!)
Virou caso na cidade
Virou moda na roça
Hoje é lenda no forró
Essa história cabulosa
[Verse 2]
Lídio chegou dizendo "deixa comigo"
"Essa vaca aí vira meu abrigo"
Passou a mão no lombo da danada
Ela fingiu calma
Depois partiu pra porrada
Deu um pulo pra frente
Poeira pra cima
Chifre cortando o vento
Que clima!
Lídio gelou até a alma cansada
Viu a vida passar numa pisada
[Pre-Chorus]
Um passo pro lado
Outro pra trás
"O que eu faço agora
Meu pai celestial?"
Sem tempo pra correr
Sem cerca pra pular
Só tinha o fucinho bem perto pra alcançar
[Chorus]
Foi o dia em que Lídio mordeu o fucinho da vaca
Pra não levar chifrada
Quase virou farinhada (ai meu Deus!)
Diz que era domador
Valente na garganta
Mas quando a coisa aperta
Meu amigo
A coragem espanta
Foi o dia em que Lídio mordeu o fucinho da vaca
O povo tudo rindo
Caiu na gargalhada (oxente!)
Virou caso na cidade
Virou moda na roça
Hoje é lenda no forró
Essa história cabulosa
[Verse 3]
Num relance de medo e desespero
Lídio pensou "agora eu vi meu enterro"
Fechou o olho e avançou na raça
Cravou os dentes no fuço da desgraça
A vaca parou
Fez cara de surpresa
Soltou um mugido
Que coisa indefesa
Deu dois passos tortos
Se afastou manhosa
E Lídio gritando "viu
Sou domador da formosa!"
[Pre-Chorus]
Mas o povo sabia o que rolou
Viu a perna tremendo quando ela avançou
Lídio posudo
Peito estufado
E o dente marcado no focinho arranhado
[Chorus]
Foi o dia em que Lídio mordeu o fucinho da vaca
Pra não levar chifrada
Quase virou farinhada (vixe, que aperreio!)
Diz que era domador
Valente na garganta
Mas quando a coisa aperta
Meu amigo
A coragem espanta
Foi o dia em que Lídio mordeu o fucinho da vaca
O povo tudo rindo
Caiu na gargalhada (é verdade!)
Virou caso na cidade
Virou moda na roça
Hoje é lenda no forró
Essa história cabulosa
[Bridge]
Hoje em toda festa que tem vaquejada
Lídio é lembrado pela mordida danada
Criança pede "conta de novo
Titio"
Como foi que o senhor não virou chapéu vazio
Ele suspira
Coça a barba
Dá risada
"Coragem é coisa meio descontrolada
Na hora H ninguém escolhe direito
Mordi o primeiro trem que passou perto do peito" (hã!)
[Chorus]
Foi o dia em que Lídio mordeu
Ei sanfoneiro
Puxa o fole aí
Homem!
(ô trem bom!)
Que hoje eu vou contar
O dia maluco
Que até a vaca quis dançar
[Verse 1]
Era festa no curral da fazendinha
Forró rolando até de manhãzinha
Lídio ajeitando o chapéu de palha
Dizendo "eu domo qualquer bicho que falha"
Vaca braba olhando de lado
Rabo nervoso
Olho arregalado
O povo grita "larga de besteira"
Mas Lídio foi chegando de primeira
[Chorus]
Foi o dia em que Lídio mordeu o fucinho da vaca
Pra não levar chifrada
Quase virou farinhada (ê lasqueira!)
Diz que era domador
Valente na garganta
Mas quando a coisa aperta
Meu amigo
A coragem espanta
Foi o dia em que Lídio mordeu o fucinho da vaca
O povo tudo rindo
Caiu na gargalhada (ei, Lídio!)
Virou caso na cidade
Virou moda na roça
Hoje é lenda no forró
Essa história cabulosa
[Verse 2]
Lídio chegou dizendo "deixa comigo"
"Essa vaca aí vira meu abrigo"
Passou a mão no lombo da danada
Ela fingiu calma
Depois partiu pra porrada
Deu um pulo pra frente
Poeira pra cima
Chifre cortando o vento
Que clima!
Lídio gelou até a alma cansada
Viu a vida passar numa pisada
[Pre-Chorus]
Um passo pro lado
Outro pra trás
"O que eu faço agora
Meu pai celestial?"
Sem tempo pra correr
Sem cerca pra pular
Só tinha o fucinho bem perto pra alcançar
[Chorus]
Foi o dia em que Lídio mordeu o fucinho da vaca
Pra não levar chifrada
Quase virou farinhada (ai meu Deus!)
Diz que era domador
Valente na garganta
Mas quando a coisa aperta
Meu amigo
A coragem espanta
Foi o dia em que Lídio mordeu o fucinho da vaca
O povo tudo rindo
Caiu na gargalhada (oxente!)
Virou caso na cidade
Virou moda na roça
Hoje é lenda no forró
Essa história cabulosa
[Verse 3]
Num relance de medo e desespero
Lídio pensou "agora eu vi meu enterro"
Fechou o olho e avançou na raça
Cravou os dentes no fuço da desgraça
A vaca parou
Fez cara de surpresa
Soltou um mugido
Que coisa indefesa
Deu dois passos tortos
Se afastou manhosa
E Lídio gritando "viu
Sou domador da formosa!"
[Pre-Chorus]
Mas o povo sabia o que rolou
Viu a perna tremendo quando ela avançou
Lídio posudo
Peito estufado
E o dente marcado no focinho arranhado
[Chorus]
Foi o dia em que Lídio mordeu o fucinho da vaca
Pra não levar chifrada
Quase virou farinhada (vixe, que aperreio!)
Diz que era domador
Valente na garganta
Mas quando a coisa aperta
Meu amigo
A coragem espanta
Foi o dia em que Lídio mordeu o fucinho da vaca
O povo tudo rindo
Caiu na gargalhada (é verdade!)
Virou caso na cidade
Virou moda na roça
Hoje é lenda no forró
Essa história cabulosa
[Bridge]
Hoje em toda festa que tem vaquejada
Lídio é lembrado pela mordida danada
Criança pede "conta de novo
Titio"
Como foi que o senhor não virou chapéu vazio
Ele suspira
Coça a barba
Dá risada
"Coragem é coisa meio descontrolada
Na hora H ninguém escolhe direito
Mordi o primeiro trem que passou perto do peito" (hã!)
[Chorus]
Foi o dia em que Lídio mordeu