Casinha Caiada
minerin artezao
Moda de viola raiz with gentle 6/8 sway
fingerpicked viola caipira and soft acoustic bass; verse stays intimate and story-driven
pre-chorus opens with suspended harmony and a breath of rubboard shimmer
chorus lifts with twin viola lines and warm gang vocal doubles on the anchor phrase. Add subtle wind chimes between lines
a brushed snare swell into the refrain
and a dusty
close-mic mix with rustic room warmth.
Erstellt am Jun 1, 2026
Songtexte
[Verse 1]
Eu sou o Minerin, filho da terra,
Carrego no peito a saudade que encerra,
As lembrança bonita do tempo vivido,
Lá na roça simples onde fui criado.
Vejo em sonho a casinha caiada,
O terreiro varrido na madrugada,
O fogão de lenha soltando fumaça,
E o cheiro do café espalhando graça.
[Chorus]
Sonho de um caipira, sonho tão bonito,
Voltar pra minha roça, ouvir meu grito.
Sonho de um caipira, meu canto sofrido,
Beber da água limpa, viver mais unido.
[Verse 2]
Tem o pé de manga no fundo do quintal,
O velho banco torto, o vento natural,
Minha mãe na cozinha, sua mão ligeira,
E o meu pai sorrindo na beira da porteira.
Se a lua se acende por cima do curral,
Eu sinto a alma voltar pro meu lugar natal,
Porque onde eu nasci mora meu caminho,
E a terra me chama baixinho, baixinho.
[Chorus]
Sonho de um caipira, sonho tão bonito,
Voltar pra minha roça, ouvir meu grito.
Sonho de um caipira, meu canto sofrido,
Beber da água limpa, viver mais unido.
[Bridge]
Se eu fecho os olhos, eu volto pra lá,
No chiar do rego, no canto do sabiá,
A vida é mais leve, o coração descansa,
Na varanda de casa mora minha esperança.
[Chorus]
Sonho de um caipira, sonho tão bonito,
Voltar pra minha roça, ouvir meu grito.
Sonho de um caipira, meu canto sofrido,
Beber da água limpa, viver mais unido.
Eu sou o Minerin, filho da terra,
Carrego no peito a saudade que encerra,
As lembrança bonita do tempo vivido,
Lá na roça simples onde fui criado.
Vejo em sonho a casinha caiada,
O terreiro varrido na madrugada,
O fogão de lenha soltando fumaça,
E o cheiro do café espalhando graça.
[Chorus]
Sonho de um caipira, sonho tão bonito,
Voltar pra minha roça, ouvir meu grito.
Sonho de um caipira, meu canto sofrido,
Beber da água limpa, viver mais unido.
[Verse 2]
Tem o pé de manga no fundo do quintal,
O velho banco torto, o vento natural,
Minha mãe na cozinha, sua mão ligeira,
E o meu pai sorrindo na beira da porteira.
Se a lua se acende por cima do curral,
Eu sinto a alma voltar pro meu lugar natal,
Porque onde eu nasci mora meu caminho,
E a terra me chama baixinho, baixinho.
[Chorus]
Sonho de um caipira, sonho tão bonito,
Voltar pra minha roça, ouvir meu grito.
Sonho de um caipira, meu canto sofrido,
Beber da água limpa, viver mais unido.
[Bridge]
Se eu fecho os olhos, eu volto pra lá,
No chiar do rego, no canto do sabiá,
A vida é mais leve, o coração descansa,
Na varanda de casa mora minha esperança.
[Chorus]
Sonho de um caipira, sonho tão bonito,
Voltar pra minha roça, ouvir meu grito.
Sonho de um caipira, meu canto sofrido,
Beber da água limpa, viver mais unido.