Império de Ouro
H
Hyandres Janacaro Moreira Silva
dark
sparse trap ballad with male vocals; minor-key pads and a distant
detuned piano set a heavy mood over a slow
knocking groove. Verses stay intimate and close-mic’d with subtle pitch bends and ad‑lib echoes
then the chorus swells with layered
slightly distorted backing vocals and sub bass pushing the tension. Occasional reverse FX and filtered drums deepen the sense of spiraling conflict
ending on a cold
sudden stop.
Erstellt am Dez 26, 2025
Songtexte
[Verso 1]
Império de ouro
Brilha em volta
Eu por dentro quebrado
Essas paredes ricas
Não seguram meu passado
Quem é que manda?
Minha tristeza sentada no trono
Ela ri do meu medo
Me chama de dono e de fardo
Eu grito em silêncio
Ninguém responde
Só eco no peito
Cada passo que eu dou
Parece errado
Parece defeito
[Pré-Refrão]
Pra quem que eu corro
Quando o mundo vira custo?
Se eu caio no chão
Não tem braço
Só o susto
Se eu não quiser morrer
Vou ter que encarar esse monstro
Mas se eu cansar de lutar
Será que o destino me mostra um rosto?
[Refrão]
És o dilema da minha agonia
Da minha tristeza
Da minha depress
Entre ganhar essa guerra vazia
Ou deixar tudo nas mãos do que vier depois
És o dilema da minha agonia
Minha própria sombra me põe de joelhos
Se eu me entregar
Será covardia
Ou só descanso dos meus espelhos?
[Verso 2]
Eu conto as horas
Mas o tempo aqui parece parado
Cada segundo é um peso
Cada lembrança
Um recado
Império de ouro
Mas meu quarto é cinza
Apagado
As medalhas na parede
Não aquecem peito gelado
Eu tento dormir
Mas o medo fala alto demais
Diz que nada melhora
Diz que eu volto pro nunca mais
[Pré-Refrão]
Pra quem eu vou me recorrer
Se ninguém atende esse choro?
Se até o meu próprio nome
Me soa sujo
Me soa torto
Se eu não quiser morrer
Vou ter que sangrar nessa pista
Ou devo apenas ceder
E ser mais um na lista?
[Refrão]
[Ponte]
Se eu sumir agora
Será que alguém nota o vazio?
Ou só vira mais um drama
Perdido em perfil antigo?
Se eu ficar e apanhar
Até aprender a sentir
Talvez um dia esse império
Caia só por me ver resistir
[Refrão]
Império de ouro
Brilha em volta
Eu por dentro quebrado
Essas paredes ricas
Não seguram meu passado
Quem é que manda?
Minha tristeza sentada no trono
Ela ri do meu medo
Me chama de dono e de fardo
Eu grito em silêncio
Ninguém responde
Só eco no peito
Cada passo que eu dou
Parece errado
Parece defeito
[Pré-Refrão]
Pra quem que eu corro
Quando o mundo vira custo?
Se eu caio no chão
Não tem braço
Só o susto
Se eu não quiser morrer
Vou ter que encarar esse monstro
Mas se eu cansar de lutar
Será que o destino me mostra um rosto?
[Refrão]
És o dilema da minha agonia
Da minha tristeza
Da minha depress
Entre ganhar essa guerra vazia
Ou deixar tudo nas mãos do que vier depois
És o dilema da minha agonia
Minha própria sombra me põe de joelhos
Se eu me entregar
Será covardia
Ou só descanso dos meus espelhos?
[Verso 2]
Eu conto as horas
Mas o tempo aqui parece parado
Cada segundo é um peso
Cada lembrança
Um recado
Império de ouro
Mas meu quarto é cinza
Apagado
As medalhas na parede
Não aquecem peito gelado
Eu tento dormir
Mas o medo fala alto demais
Diz que nada melhora
Diz que eu volto pro nunca mais
[Pré-Refrão]
Pra quem eu vou me recorrer
Se ninguém atende esse choro?
Se até o meu próprio nome
Me soa sujo
Me soa torto
Se eu não quiser morrer
Vou ter que sangrar nessa pista
Ou devo apenas ceder
E ser mais um na lista?
[Refrão]
[Ponte]
Se eu sumir agora
Será que alguém nota o vazio?
Ou só vira mais um drama
Perdido em perfil antigo?
Se eu ficar e apanhar
Até aprender a sentir
Talvez um dia esse império
Caia só por me ver resistir
[Refrão]