Swing Bruto do Valfera
C
Carlos Nóbrega
jazz
vocal
swing
Baiano pagodão groove with heavy percussion
surdo marcando fundo de quintal
repique agressivo e guitarrinha percussiva; male vocals em coro
resposta de roda
refrão com hook gritado e dobrado em terças; breaks secos para “paradinhas” de dança e subida final com percussão estourando e gritaria de festa
Créé le mars 31, 2026
Paroles
[Intro]
Mais um hit do Valfera
Segura a pressão, hein? (hey!)
Vem na malícia gostosa
Que hoje o pagodão tá sem freio
[Verso 1]
Ela desce calada, olhar de problema
Copo na mão, corpinho cena
Vem na maldade, gingado marcado
Pisando miúdo, quadril travado
Devagarinho, descendo no pique
Finge que é santa, mas sabe o que exige
Joga de lado, cintura em veneno
Rebola lento, depois vem pesado
[Refrão]
Mais um hit do Valfera
Vem na malícia, vem no meu compasso
No passo travado, colada em mim
Rebola lento, depois vem pesado
É swing bruto, bruto, bruto
Aqui não tem ensaio, é tudo improvisado
Vem que o batuque pega fogo
Que hoje o seu corpo é meu resultado
[Verso 2]
Ela me puxa pra roda, risada safada
Fala no ouvido que é noite virada
Quando empina geral até grita
Sabe que é ela que manda na pista
Desce escorrendo, subindo encaixada
Naquela sequência toda calculada
Quando o grave entra, ela se solta inteiro
Joga esse bumbum pra cima de um guerreiro
[Refrão]
Mais um hit do Valfera
Vem na malícia, vem no meu compasso
No passo travado, colada em mim
Rebola lento, depois vem pesado
É swing bruto, bruto, bruto
Aqui não tem ensaio, é tudo improvisado
Vem que o batuque pega fogo
Que hoje o seu corpo é meu resultado
[Ponte]
Vem descendo devagar (devagar)
Quando eu chamar, tu trava (tu trava)
Depois joga sem pena
Que o pagodão te abraça
Vem descendo devagar (devagar)
Quando eu chamar, tu trava (tu trava)
Mostra pra geral na área
Como é que a Bahia arrasa
[Refrão]
Mais um hit do Valfera
Vem na malícia, vem no meu compasso
No passo travado, colada em mim
Rebola lento, depois vem pesado
É swing bruto, bruto, bruto
Aqui não tem ensaio, é tudo improvisado
Vem que o batuque pega fogo
Que hoje o seu corpo é meu resultado
Mais um hit do Valfera
Segura a pressão, hein? (hey!)
Vem na malícia gostosa
Que hoje o pagodão tá sem freio
[Verso 1]
Ela desce calada, olhar de problema
Copo na mão, corpinho cena
Vem na maldade, gingado marcado
Pisando miúdo, quadril travado
Devagarinho, descendo no pique
Finge que é santa, mas sabe o que exige
Joga de lado, cintura em veneno
Rebola lento, depois vem pesado
[Refrão]
Mais um hit do Valfera
Vem na malícia, vem no meu compasso
No passo travado, colada em mim
Rebola lento, depois vem pesado
É swing bruto, bruto, bruto
Aqui não tem ensaio, é tudo improvisado
Vem que o batuque pega fogo
Que hoje o seu corpo é meu resultado
[Verso 2]
Ela me puxa pra roda, risada safada
Fala no ouvido que é noite virada
Quando empina geral até grita
Sabe que é ela que manda na pista
Desce escorrendo, subindo encaixada
Naquela sequência toda calculada
Quando o grave entra, ela se solta inteiro
Joga esse bumbum pra cima de um guerreiro
[Refrão]
Mais um hit do Valfera
Vem na malícia, vem no meu compasso
No passo travado, colada em mim
Rebola lento, depois vem pesado
É swing bruto, bruto, bruto
Aqui não tem ensaio, é tudo improvisado
Vem que o batuque pega fogo
Que hoje o seu corpo é meu resultado
[Ponte]
Vem descendo devagar (devagar)
Quando eu chamar, tu trava (tu trava)
Depois joga sem pena
Que o pagodão te abraça
Vem descendo devagar (devagar)
Quando eu chamar, tu trava (tu trava)
Mostra pra geral na área
Como é que a Bahia arrasa
[Refrão]
Mais um hit do Valfera
Vem na malícia, vem no meu compasso
No passo travado, colada em mim
Rebola lento, depois vem pesado
É swing bruto, bruto, bruto
Aqui não tem ensaio, é tudo improvisado
Vem que o batuque pega fogo
Que hoje o seu corpo é meu resultado